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27.8.05

Sabia que a galera do Radiohead tem um blog? Quem escreve mais é Thom Yorke, inclusive. Veja em Dead Air Space.

williampelomundo@hotmail.com 2:39 AM [+]
Meta o pau: 24.8.05


O céu vai ser um lugar muito melhor.

williampelomundo@hotmail.com 10:26 PM [+]
Meta o pau:
Estou quase mudando esse blog pro blogspot. Só falta o saco de fazer um template lá.

williampelomundo@hotmail.com 8:56 PM [+]
Meta o pau: 21.8.05
Fodeu a tabaca

Nine Inch Nails no Claro Que É Rock. Aí eu sou obrigado a ir.

williampelomundo@hotmail.com 9:48 PM [+]
Meta o pau: 17.8.05
A sábia sabedoria popular

Agosto é mesmo um mês desgraçado. Nem bem começou e já caíram dois aviões, celebridades dos meios artístico e político morreram e Maradona estreou um programa de tv.

williampelomundo@hotmail.com 6:14 PM [+]
Meta o pau:
Ao chegar ao teatro da UFPE para o segundo dia do Festival Coquetel Molotov, duas coisas me chamaram a atenção. Primeiro, a cerveja estava bem pior que na sexta, com aquele gostinho de segunda-feira de Carnaval, quando todas as bebidas já congelaram e esquentaram várias vezes. A outra coisa que eu notei foi que os alto-falantes do saguão do teatro repetiam incessantemente a musiquinha do programa A Voz do Brasil, seguida de uma séria de conselhos sobre como se comportar dentro do teatro. A princípio eu achei que isso só ia ficar rolando antes do primeiro show, mas depois constatei que a tentativa de educação subliminar persistia durante os shows e também nos intervalos. O povo já não sabia mais o que era pior: se ficar dentro do teatro durante os intervalos ao som de Jeniifer Lopes ou se sair pra tomar cerveja gorada e ouvir O Guarani. Mas vamos ao que interessa.


A Mellotrons abriu os trabalhos da noite com um show impecável, mas que foi muito prejudicado pelo som, que estava tão ou até pior que no dia anterior. A guitarra de Ênio estava ensurdecedoramente alta e mal equalizada, assim com oa escaleta de Haymone. Nessas horas só dava pra ver o show com o dedo no ouvido. Mas a banda estava muito de cima e, mesmo com o som lamentável, conseguiu fazer um show muito bacana.


Aí veio Lulina, que pra mim foi a segunda boa surpresa do festival. Pena que o que se via no palco não era o que se ouvia no som. Da banda inteira, que era composta por duas guitarras, bateria, baixo, teclado e vibrafone, só se ouvia uma guitarra (desafinada pra carai), o baixo e o bumbo da bateria. Teve até um momento na última música que eu comentei que o teclado finalmente apareceu e estava fazendo uma linha muito legal. Quando todos que estavam por perto concordaram, o operador de som baixou o teclado para que ninguém ouvisse. Mesmo com todos esses percalços, o que realmente importa se sobressaiu: a música de Lulina é bacana mesmo. Engraçado foi uma menina trajada de alternativa da Rua da Moeda comentando desapontada que achava que seria um show de Lenine.


Os franceses da Berg Sans Niples entraram no palco como ilustres desconhecidos e saíram, na minha opinião, como a maior bola dentro da organização do festival. A banda faz um som que não me lembrou nada que eu já tenha ouvido. Se o Air fizesse um som mais macho, talvez lembrasse a Berg Sans Nipples. O que importa é que os dois caras constroem as camadas musicais na hora, loopando tudo que tocam. Na mistura entra bateria, bases eletrônicas, steel drums, xilofone, gaita, escaleta, piano Rhodes, um Vox Jaguar e mais umas coisas que eu não sei o que são. Gostei muito dessa, inclusive porque foi só o técnico de som deles botar a mão na mesa que, como num passe de mágica, o mesmo som que foi uma droga pra todos se transformou numa maravilha.


Pra encerrar o festival, botaram a banda The Kills, que é formada por uma americana e um inglês e que de tanto falarem que era super radical acabou não correspondendo às minhas expectativas. No palco, apenas a cantora e o guitarrista, que além de mandar bem nos riffs, ainda faz passinhos de dança engraçados. Teve até uma versão atualizada daquele passo de Michael Jackson em que ele anda pra trás. O resto do instrumental vinha de um gravador que o guitarrista operava ali mesmo no palco. Talvez se eu tivesse me dado ao trabalho de escutar o disco da banda antes de ver o show eu tivesse gostado. Mas pra um show de uma banda que eu nunca tinha ouvido falar, eu achei coxinha.

williampelomundo@hotmail.com 6:12 PM [+]
Meta o pau: 14.8.05
Fui e gostei

Acho que os comentários que vão rolar durante essa semana sobre o Festival Coquetel Molotov só levarão a uma conclusão: no próximo ano vai ter que ser num lugar maior. Não que o teatro da UFPE estivesse super lotado sexta e ontem, mas tenho certeza de que quem deixou de ir vai se arrepender ao ouvir o que rolou por lá, e vai esperar ansiosamente pela próxima edição. Vou fazer a minha parte e dizer o que eu achei de cada atração que vi:


A Rádio de Outono subiu ao palco do teatro da UFPE às 9 da noite da sexta-feira, com a missão de abrir o festival. Como de praxe, lá estava a legião de fãs fiéis da Rdo, que cuidaram de quebrar a frieza proporcionada pelo formato do festival. Para quem não sabe, o festival Coquetel Molotov acontece como uma peça de teatro tradicional, onde a atração se apresenta no palco e o público assiste confortavelmente acomodado nas poltronas, com direito a ar-condicionado e a escurinho de cinema. Eu, que já vi uma cacetada de shows da Rádio de Outono, acabei gostando desse. A banda tava de cima, o repertório foi bem distribuído e, para uma banda que foi a primeira a tocar, até que o som estava razoável. Eu, que não entendo nada de fazer som ao vivo, imagino que deva ser bem complicado de se fazer som num teatro. De qualquer forma, eu já comecei gostando.


Aí entrou a Mombojó, que, assim como a Rádio de Outono, leva uma reca de fãs assíduos aos shows. A banda fez um show praticamente só com músicas novas, o que pra mim foi excelente, mas pra muita gente foi frustrante. Parece que o povo só aceita ouvir música inédita no disco, e que show é pra cantar e pular o tempo todo. A Mombojó viu nesse show no teatro o formato perfeito para apresentar as músicas novas e explorou isso muito bem. Pena que o som estava muito pior que o da Rádio de Outono, com momentos em que a voz de Felipe parecia uma broca que furava impiedosamente o tímpano do público. Mas aí já não é culpa da banda mesmo.


Em seguida veio a Hurtmold, que eu queria ver há tempos. Eu conhecia as músicas e Zé Guilherme disse que eu não ia gostar da banda ao vivo. Resultado: a Hurtmold foi a minha primeira boa surpresa do festival. Bacana mesmo o som desses caras. Melhor ao vivo do que no cd, eu diria até. Teve gente que dormiu e teve gente que saiu durante o show, mas eu curti. Talvez tenha ajudado o fato de ninguém cantar na banda.


E para fechar a primeira noite, vieram os suecos do Dungen. A galera viajou, mas eu não. Talvez por causa do som sofrível, talvez pelo fato da banda cantar em sueco ou talvez porque a cerveja estava péssima durante a noite inteira e não era permitido beber dentro do teatro. Seja como for, trazer essa banda foi uma dentro do pessoal do Coquetel Molotov, já que a moçada parecia estar curtindo.

Amanhã, as minhas impressões sobre o segundo e melhor dia do festival.

williampelomundo@hotmail.com 4:21 PM [+]
Meta o pau:
Quem já gravou um disco sabe que estúdio, em geral, é um lugar aconchegante. E no Mr. Mouse não é diferente. É sempre assim: as pessoas gravam e a gente ajeita. O trabalho de picotar e consertar o que foi gravado é tão tedioso que a galera invariavelmente puxa um ronco durante o processo. E é esse o tema da minha mais nova exposição de fotografias tiradas no celular: celebridades tirando uma soneca enquanto os produtores trabalham. Está tudo lá na seção de fotos.

williampelomundo@hotmail.com 1:32 PM [+]
Meta o pau: 7.8.05
Noite passada senti saudades da Inglaterra. Senti saudades da cerveja Carling e da Stela Artois. Aí não pensei duas vezes: fui ao UK, o pub londrino em Recife. O lugar é bem bacana, com decoração super moderna e transada e iluminação ideal para o camarada que dar uns catracos nos sofazinhos.

Claro que a primeira coisa que eu ia reparar num lugar desses era a música. E durante o tempo que eu fiquei lá não rolou nenhuma música britânica. O dj era Salvador (aquele que cantava no Dona Margarida Pereira), que me contou que toca lá desde que inaugurou. Ele rolou black music setentona americana, e depois a coisa descambou para Maroon 5, Evanessence, U2 (mmm... a Irlanda faz parte do Reino Unido, eu sei) e coisas do tipo. Mas aí já foi mais tarde, quando eu estava indo embora. Engraçado é que não tem um lugarzinho lá pra o dj tocar. Ele toca com um laptop, sobre o mesmo balcão em que os clientes pedem as bebidas. Pelo lado de fora, inclusive.

No cardápio há preços em real e em libra. Essa última opcão é de mentirinha, conforme o próprio cardápio informa. É só pra o cara se sentir mais num pub inglês. Mas eles nem precisavam dessa gracinha, já que o preço das bebidas é uma facada que faz qualquer um se sentir em Londres mesmo. A birita mais barata é o chopinho Brahma, que sai por R$ 3,30. E é verdade que eles têm uma cacetada de marcas de cervejas importadas, mas não tem nem Carling, nem Stela Artois e nem Kronemberg, que são as que eu gostava mais. E o preço da Guiness é o mesmo cobrado num pub da Inglaterra, só que lá eles servem em copos de 600ml, enquanto aqui eles servem mais ou menos a metade disso.

E pub pra ser inglês mesmo tem que ter o negão africano ilegal refugiado vendendo pirulito, chiclete e borrifada de perfume no banheiro masculino. Tirando essas coisinhas, e também o fato de que a entrada e a saída são pela mesma porta, o que acaba casando um transtorno se você quiser sair na hora de pico, o bar é um lugar bacana para pessoas bonitas e bombadas. E que, de preferência, nunca tenham ido a um pub inglês de verdade.

williampelomundo@hotmail.com 12:44 PM [+]
Meta o pau: 6.8.05
Como é que querem combater o turismo sexual se no nosso aeroporto internacional há uma grande vagina apontada para o céu, dando boas-vindas a quem chega de avião?



williampelomundo@hotmail.com 10:18 AM [+]
Meta o pau: 4.8.05
1) Eu ando meio sem tempo;
2) Eu também ando meio sem idéias;
3) Eu não fiz isso no photoshop:



williampelomundo@hotmail.com 11:39 PM [+]
Meta o pau:

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